segunda-feira, 31 de maio de 2010

The reality almost a dream

Estava eu na calada da noite a escutar o pensamento.., aquele que eu não via apenas sentia. Falas-te para mim, perguntas-te se eu estava bem, olhei para ti pensando viver uma ilusão, sorri e acenei com a cabeça que sim. 
Sem me conheceres pedis-te para embarcar contigo num sonho que estaria prestes a começar. Fixas-te várias vezes o teu olhar em mim, sorrias e sorrias.. apenas porque sim, deixando-me embaraçada.
Na hora da despedida.. quiseste segurar a minha mão, de seguida arrancaste-me um beijo. Fiquei calada por uns instantes.. e saí, deixando-te na incerteza.
Repetiu-se por várias vezes. Disseste-me coisas que não se diria a qualquer pessoa.
Sentia-mos-nos felizes.
Um dia mais tarde, o teu silêncio começou a ser incomodativo para mim. 
A saudade trouxe-me pensamentos constantes..pensamentos idiotas, ou talvez não, não me disses-te mais nada, limitaste-te a responder de longe a longe numa frieza permanente que por vezes conseguia ser quente, quase como se a voz te faltasse.
Hoje é o dia em que não sei o que foram feitas daquelas palavras que foram ditas numa certeza que o momento comprometeu, não sei se foram ditas em vão, assim como também aquele carinho que era genuíno do sentimento.
E afinal.. era tudo uma ilusão ou um sonho como outro qualquer em que temos de acordar quando estamos a gostar.
|imagem - Kristen Stewart & Robert Pattinson|

domingo, 30 de maio de 2010

E este domingo foi passado na calma de...

Cabeceira de Basto. Foi muito bom sair um pouco daqui, da confusão, do stress, sair um bocado do que já me é comum...! Sabe bem ir para o meio da natureza. Apesar de estar um calor infernal, apesar de eu andar de calças justas a colarem às minhas pernas, e apesar de eu ter feito um corte com uma lasca de madeira no dedo mindinho do pé, apesar de andar meia mona, gostei muito. Voltarei lá, sem dúvida!
Deixo-vos aqui algumas fotografias:
(Igreja Bento XVI)

   








(Praia Fluvial)

sábado, 29 de maio de 2010

É impossível esquecer #8

Já há alguns meses atrás, estava eu em casa quando as minhas amigas vieram ter comigo, para irmos juntas para o liceu. No entanto mandei-as subir enquanto eu terminava de preparar as coisas. 
Estavamos todas na conversa, no meio de gargalhadas, todas a falarem umas para as outras ao mesmo tempo, bem uma confusão tremenda, saímos do meu apartamento e eu fiz o habitual, tirei as chaves e tranquei a porta. Até aqui tudo bem. 
Ao fim da tarde quando estava a chegar a casa (na companhia da J), meti as mãos na mala à procura das chaves, mas não as encontrei, fiquei super aflita. Para minha sorte uma das vizinhas estava de saída e abriu a porta do prédio,.. entrei mas continuava preocupada "Onde é que deixei as chaves? Eu lembro-me de fechar a porta*!", saí do elevador e quando chego à entrada do meu apartamento, estavam lá as minhas chaves na porta. Senti um calor tão forte. Naquele instante pensei tantas coisas "Será que alguém entrou aqui? Será que roubaram alguma coisa? Será que isto.. e aquilo?" - é que ainda por cima, os meus vizinhos da frente não são de grande confiança, (têm um historial duvidoso).
Entrei de imediato em casa, mas estava tudo no seu devido lugar, nada tinha desaparecido. Que sorte!
Se alguma coisa tivesse desaparecido estava "feita ao bife".
*Eu tinha razão, fechei a porta à chave, mas deixei-as na mesma lá!
|imagem - Ashlee Simpson|

quarta-feira, 26 de maio de 2010

QUERO

Quero GRITAR!
Quero DESAPARECER!
CHORAR? De NERVOS!
Estou farta deste mundo cruel, estou farta de mentiras, de falsidade. Estou farta de manipulações, farta de hipocrisia.
Será que ainda existem pessoas sinceras e que valha a pena conhecer?
|imagem - Naima Mora|

terça-feira, 25 de maio de 2010

PENSO que ele tenha uma certa razão!

"Pensar é estar doente dos olhos" - afirma Alberto Caeiro (um dos heterónimos de Fernando Pessoa) - "Ver é compreender. Tentar compreender pelo pensamento, pela razão, é não saber ver".
"A sensação é a única realidade para nós (...), é preciso aprender a não pensar, libertando-se de tudo o que possa perturbar a apreensão objectiva e limpa da realidade concreta ...".
E se formos a ver, ele até tem razão. Por vezes martirizamos-nos ao pensar sempre na mesma coisa, ao pensar naquilo que não existe, ao pensar naquilo que apenas supomos. O pensamento dá-nos várias ideias, boas e más. Enquanto se vir-mos as coisas apenas como elas são, sem pensar, temos a certeza do que vemos, já o pensamento flui para várias situações que por vezes não têm nada haver (o que nos leva a ficar tristes, desencorajados e a "fazer filmes"..) é quase como se tentasse-mos prever o que está por trás (o que não conseguimos ver), mas ao tentar ver através do pensamento, estamos a pensar em coisas que não são a realidade.
"(...)Se eu pensasse nessas cousas,
Deixaria de ver as árvores e as plantas
E deixava de ver a Terra,
Para ver só os meus pensamentos ...
Entristecia e ficava às escuras.
E assim, sem pensar tenho a Terra e o Céu." Alberto Caeiro
Esta é a conclusão que tiro daqui.
"O homem teme o pensamento como nada mais sobre a terra, mais que a ruína e mesmo mais que a morte. O pensamento é subversivo e revolucionário, destrutivo e terrível; o pensamento é impiedoso com os privilégios, com instituições estabelecidas e com hábitos confortáveis. O pensamento é anárquico e indiferente à autoridade, descuidado com a sabedoria curada pela idade. (...)" Bertrand Russel
|imagem - Amber Valletta|

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Só para vos dizer..

que quero muito umas férias numa ilha paradisíaca que contenha spa's e tudo e tudo!
 Estou mesmo a necessitar..
|Bora Bora| 
Ai que maravilha!